sexta-feira, 4 de julho de 2008

Vitória dos estudantes: Senado aprova o fim da DRU para a educação

Lideranças estudantis ligadas a UNE e a UBES comemoram aprovação do projeto da senadora Ideli Salvatina sessão desta quarta-feira (2). Para as entidades, os R$7 bilhões a mais no orçamento devem ser destinados a ampliação e melhoria da qualidade de ensino do sistema público de educação
Foram dois dias de vigília nos corredores do Senado. Nas mãos uma carta elaborada por estudantes ligados a UNE e a UBES reivindicando a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 96/03) que reduz gradualmente, a partir de 2009, até 2010, os percentuais de Desvinculação das Receitas da União (DRU) sobre as verbas destinadas à manutenção e desenvolvimento da educação previstos na Constituição.
O fim da DRU para a educação é uma antiga reivindicação do movimento estudantil que na sessão desta quarta-feira (2) foi atendida. A aprovação do projeto da senadora Ideli Salvati destinará R$ 7 bilhões a mais ao orçamento da educação.
"Esse valor deve ser aplicado para ampliar e melhorar o ensino público em todo o País. O Brasil tem uma dívida imensa com a áera educacional. Precisamos aumentar os investimentos públicos para garantir educação de qualidade para todos, do ensino básico à universidade", disse a presidente da UNE, Lúcia Stumpf.
Em 2011, conforme a proposta, haverá a extinção da DRU para a educação. Com isso, o governo não poderá mais destinar essas receitas para outras finalidades, inclusive o pagamento da dívida.
Ideli Salvatti disse que a inflação brasileira está em 5,6%, o que dá ao país tranqüilidade para aprovar a PEC. "É preciso tirar isso da Constituição para que nenhum governo caia na tentação de desviar recursos da educação", frisou, sob os aplausos dos estudantes presentes nas galerias.
Segundo a senadora, desde a criação da DRU, R$ 72 bilhões deixaram de ser destinados ao setor.
Agora o projeto será votado na Câmara dos Deputados. "Vamos continuar mobilizados para consolidar essa conquista. Faremos abaixo assinados e manifestações por todo o País para garantir mais investimentos na educação, setor estratégico para o desenvolvimento nacional", completou Lúcia.
Para o presidente da UBES, Ismael Cardoso, "a DRU atingiu fortemente os investimentos em educação durante anos. O fim da taxação representa uma nova perspectiva para o ensino básico, fundamental e superior no Brasil que inclui a democratização do acesso e mais qualidade de ensino nas três esferas".
Qual o impacto da DRU na educaçãoRenovada em dezembro pelo Congresso, a DRU autoriza o governo a desvincular 20% de todos os tributos condicionados a gastos específicos - exceto as contribuições patronais e dos empregados para a Previdência - e destinar os recursos para outros gastos considerados mais urgentes. O mecanismo foi criado ainda na primeira gestão de Fernando Henrique Cardoso, para dar ao governo maior flexibilidade no sentido de enfrentar a crise fiscal (desequilíbrio entre receitas e despesas) verificada naquele momento.
O percentual de desvinculação será reduzido à metade (10%) em 2009, caindo para 5% em 2010, por força de emenda apresentada pelo relator da matéria na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), o falecido senador Jefferson Péres. Originalmente, Ideli previa três anos até a extinção, com queda gradual no percentual de incidência para 15%, em 2008, 10%, em 2009 e, por fim, 5%, em 2010.Da RedaçãoCom Agência Senado

Comissão de Educação aprova reserva de vagas em instituições federais e tecnológicas

O projeto da senadora Ideli Salvatti, foi votado na última terça-feira (1) em decisão terminativa no Senado Federal. UNE e UBES consideram a aprovação positiva, mas ressaltam que a universidade brasileira precisa democratizar o acesso
Os estudantes que tenham cursado integralmente o ensino fundamental e médio em escolas públicas terão direito a pelo menos metade das vagas a serem oferecidas por instituições federais de ensino superior e de educação profissional e tecnológica. A medida consta do Projeto de Lei 546/07, de autoria da senadora Ideli Salvatti, aprovado nesta terça-feira (1) em decisão terminativa pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) do Senado Federal.
De acordo com o projeto, essas vagas deverão ser preenchidas, em cada curso e em cada turno, por estudantes oriundos de escolas públicas e haverá também cota para os que se declarem negros e índios, pelo menos em igual proporção à participação de negros e índios na população da unidade da federação onde for instalada a instituição de ensino. Por emenda apresentada pelo relator, senador Paulo Paim (PT-RS), pessoas com deficiência terão acesso às vagas reservadas independentemente do fato de terem estudado em escolas públicas.
O texto que foi submetido à votação da CE previa inicialmente a reserva de vagas apenas para as instituições federais de educação profissional e tecnológica. A inclusão de instituições de ensino superior foi sugerida, durante o debate, pelo senador Marconi Perillo (PSDB-GO) e prontamente aceita pela autora e pelo relator do projeto.
Para a presidente da UNE, Lúcia Stumpf, "esta aprovação é uma vitória para os estudantes, uma vez que ela facilita o ingresso de pessoas, que sem essas medidas não chegariam até a universidade. Porém para melhorar a educação outras atitudes devem ser tomadas, como a ampliação das universidades públicas e políticas de assistência estudantil para garantir que esses estudantes possam concluir o seu curso".
"A universidade pública brasileira é contraditória, pois a maioria dos estudantes vêm de escolas privadas, isso é resultado da má qualidade da educação, alguma coisa precisava ser feita. Essa aprovação não é a medida ideal, mas vai ajudar a democratizar a universidade. Por isso, a UBES vai continuar pressionando para que o projeto seja aprovado em sua totalidade", declarou o diretor de Relações Institucionais da UBES, Thiago Mayworn.Da redaçãoCom Agência Senado

Escolas serão incentivadas a abrir nos finais de semana

A Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado aprovou no dia 1.º o projeto de lei que incentiva a abertura das escolas públicas em feriados, finais de semana e recessos escolares, com o objetivo de oferecer atividades extracurriculares para os alunos e a comunidade.O projeto altera o Artigo 1.º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), e foi aprovado em caráter terminativo, ou seja, não será apreciado no plenário da Casa, seguindo direto para análise da Câmara.O senador Expedito Júnior (PR-RO), autor da proposta, lembrou que a iniciativa já acontece espontaneamente em algumas escolas, mas que agora será regularizada.O projeto prevê o repasse de verbas do Plano Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) para apoiar a abertura das escolas.
Fonte:http://www.nota10.com.br/

Olha só, agora vamos poder abrir nossas escolas também nos finais de semana, tornar um verdadeiro lugar de educação e democracia, realizar diversas atividades e principalmente incentivar a uma nova forma de escola, uma escola que seja verdadeiramente nossa, com democracia, cultura, lazer e qualidade.

sábado, 28 de junho de 2008

Palestra no BIBIANA BITENCOURT

Neste dia 25 de junho mais um colégio teve sua palestra sobre Movimento Estudantil, onde foi exposto com o ex-dirigente estudantil Lisandro Vieira, a histório do movimento, e colocando as participações dos estudantes e suas ações que resultaram em efetivas mudanças na história, como a campanha do "PETRÓLEO É NOSSO", "FORA COLLOR", a luta contra a ditadura, o movimento estudantil em Guarapuava, a participação dos estudantes contra a venda da copel e contra o neolibesralismo na educação nas epocas de FHC, e terminou com uma frase que empolgou os estudantes, onde os chamou a lutar por uma educação de qualidade, respeito a jovem, com cultura e esporte," os estudantes sempres foram protagonistas na história brasileira ", disse o ex-dirigente da UBES e da UPES. A palestra terminou com uma explanação das lutas atuais no Brasil e em Guarapuava com o atual Diretor da UPES em Guarapuava Luãn Chagas.
A Palestra foi essencial, onde contou com a participação de todos os estudantes da escola e com o Grêmio Estudantil que realizou o evento.

sábado, 21 de junho de 2008

MAIS UM COLÉGIO COM A GENTE, GRÊMIO NO MAHATMA GANDHI



Nesta quinta(19) e sexta (20), os alunos do colégio Mahatma Gandhi receberam palestras e orientações sobre movimento estudantil e sobre o GRÊMIO ESTUDANTIL, o diretor da UPES em Guarapuava, Luãn Chagas(Morfo) falou sobre a realidade atual e explicou sobre a formação do gremio estudantil e sua importância na formação da escola e na democracia da educação, esteve junto com ele, o ex-dirigente estudantil da UPES e UBES, Lisandro Vieira, que expôs a história do Movimento Estudantil desde a fundação da UBES até os anos 90 onde foi o período que militou. "A palestra foi muito importante na conscientização sobre o grêmio e sua importância, coisa que o Brasil inteiro vem fazendo, e aqui em Guarapuava queremos o mesmo, um movimento que lute pelos seus direitos de forma organizada e ativa, e a implantação de grêmios em todos os colégios é nosso dever, pois é este a arma do estudante contra as injustiças sociais e que afetam a educação como um todo, pois é ela o ponto inicial de uma mudança radical em nosso país, e para isso queremos um CAEG justo que lute pelos estudantes, que torne a educação e a juventude uma bandeira de luta'', disse o Diretor da UPES Luãn Chagas.

O colégio estará fundando o grêmio ainda neste semestre e os estudantes estão empolgados com isso e é mais um colégio que está na luta pela reconstruçao do CAEG e do movimento estudantil secundarista em Guarapuava.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Memória 68: Estudantes da UNICENTRO (PR) debateram movimento estudantil e ditadura militar


A atividade, organizada pelo DCE da universidade paranaense, teve a participação de protagonistas de diversas épocas do movimento estudantil

Os estudantes da Universidade Estadual do Centro-oeste (UNICENTRO), por iniciativa do Diretório Central dos Estudantes (DCE), promoveram um debate na última quinta-feira (29), ás 19h30, no mini auditório da universidade. A discussão fez um resgate cronológico de 68 até os dias atuais, e contou com a presença de protagonistas de diversas épocas do movimento estudantil.

Para o médico, ex-preso político e ex-diretor da União Paranaense dos Estudantes (UPE) (67/68) José Ferreira Lopes, o Zequinha, que participou da mesa "Em 68 as contradições eram muito grandes e a bandeira principal do movimento era clara para todo mundo, combater a ditadura, hoje existe uma diversificação de bandeiras, porém muita luta dos estudantes tem sido feita."

"Na década de 90 os estudantes brasileiros lutavam para barrar a implementação do projeto neoliberal no Brasil e sem dúvida a luta atual passa por evitar novas investidas" completou Lisandro César Vieira, Diretor da UPES e UBES (97/98) e Presidente do Centro Acadêmico de História da UNICENTRO em 2001, também participante da mesa.

O diretor de Relações Internacionais da UNE, Alcides dos Anjos Leitão (Jesus), traçou um panorama atual do movimento estudantil. "Bandeiras como Reforma Universitária, Democratização e Qualidade da Educação são temas ainda presentes na vida dos estudantes em toda América Latina, no Brasil temos buscado fazer essa luta na perspectiva da integração de nossa região."

O diretor da UNE concluiu que a atividade cumpriu seu objetivo de proporcionar um espaço de reflexão sobre a participação da juventude e dos estudantes na história do Brasil, entre as décadas de 1960, 80, 90 e dos dias atuais.

Este debate faz parte do projeto "Memória 68: 40 anos depois", conjunto de atividades que ocorreram em todo o país, em homenagem aos 40 anos de maio de 1968.

Fonte: www.ubes.org.br

Link: http://www.une.org.br/home3/movimento_estudantil/movimento_estudantil_2007/m_12576.html

VERGONHA!!! QUE CAEG É ESSE????

NESTE FIM DE SEMANA O QUE DEVERIA SER UM MARCO HISTÓRICO PARA OS ESTUDANTES DE GUARAPUAVA SE CONVERTEU NUMA ATITUDE RIDICULA POR PARTE DO PRESIDENTE DO CAEG, CENTRO DE ATIVIDADES ESTUDANTIS DE GUARAPAUAVA, DE MEMBROS DA JPS(JUVENTUDE DO PPS) E MEMBROS DA PREFEITURA MUNICIPAL DE GUARAPUAVA QUE REUNIRAM MAIS DE 200 PESSOAS QUE ALEM DE IMPLODIR O COMEB AGREDIU VERBALMENTE E FISICAMENTE OS PRESENTES. OS ESTUDANTES REPRESENTANDO OS COLÉGIOS DE GUARAPUAVA ESTAVAM REUNIDOS PARA DISCUTIR AS DIRETRIZES PARA UM CONGRESSO QUE VISA ELEGER UMA NOVA DIRETORIA DO CAEG. OS MEMBROS DO CAEG JUNTAMENTE COM AS PESSOAS QUE SE ENCONTAVAM JUNTAMENTE COM ELES, ONDE ALGUNS SE ENCONTRAVAM ALCOOLIZADOS CHEGARAM UMA HORA ATRASADOS E FORMARAM UMA PANCADARIA QUE ALÉM DE ASSUSTAR OS ESTUDANTES PRESENTES, CHEGARAM A AGREDIR FERINDO UM ESTUDANTE. 
NÓS VERDADEIROS ESTUDANTES DE GUARAPUAVA ESTAMOS INDIGNADOS COM ISSO E EXIGIMOS ALGUMAS EXPLICAÇÕES TANTO DA DIRETORIA DO CAEG QUANTO DA PREFEITURA MUNICIPAL:

- QUEM PAGOU O ÔNIBUS ESCOLAR E A VAN PARA QUE SE DESLOCASSEM ATÉ O CONSELHO?

- QUEM PAGOU OS ADESIVOS SOBRE O PASSE LIVRE QUE ESTAVAM USANDO?
LEMBRANDO A TODOS QUE QUANDO FIZEMOS O PANFLETAÇO PELO PASSE LIVRE E NOSSAS REUNIÕES SOBRE ISSO O CAEG NÃO ESTEVE PRESENTE E NÃO AJUDOU NEM A PAGAR NEM A MOBILIZAR OS ESTUDANTES PARA ISSO!!!! E PORQUE AGORA QUEREM O PASSE LIVRE???

ESTAMOS INDIGNADOS E NÓS ESTUDANTES NÃO VAMOS PARAR PORQUE NÃO PRECISAMOS DA BADERNA E DA VIOLÊNCIA PARA MOSTRAR QUE SOMOS MELHORES, APENAS USAMOS NOSSOS ARGUMENTOS E NOSSO DIÁLOGO!!!