Kassab corta refeição em creches
Depois de cortar 20% da verba destinada à varrição pública, a gestão Gilberto Kassab (DEM) coloca em prática uma nova redução de gastos, desta vez na alimentação das crianças matriculadas em creches administradas pelo município. Secretário de Educação alega que motivo não é economizar. Ubes critica medida.
A redução ocorre porque a prefeitura decidiu eliminar, a partir de segunda-feira, uma das cinco refeições do cardápio diário das crianças. O argumento é que o tempo de permanência das crianças nas creches diminuiu de 12 horas para 10 horas e foi preciso readequar o cardápio. O horário de funcionamento das creches foi reduzido em janeiro e, segundo a assessoria de imprensa da secretaria de educação da prefeitura de São Paulo, por demanda dos próprios professores da rede municipal. Outra alegação é a de que a maioria das crianças não permanecia o tempo integral (12h) nas creches. Entretanto, a assessoria não soube dizer porque não adotar medida intermediária, como a contratação de um número maior de profissionais para atender as 12h, implementando uma justa redução da jornada destes professores. Com a mudança, de acordo com o secretário municipal de Educação, Alexandre Schneider, o gasto médio mensal da prefeitura com alimentação nas creches será 20% menor, caindo de R$ 2,85 milhões para R$ 2,28 milhões. Entretanto, o secretário afirmou que a intenção não é economizar. "O gasto mensal com merenda é de R$ 36 milhões, incluindo todas as escolas. A mudança no cardápio das creches vai representar menos de R$ 600 mil de economia." Na contramão do BrasilO presidente União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Ismael Cardoso, critica a medida: “São Paulo vai na contramão do Brasil. Enquanto o país aumenta os recursos para investimento em Educação, o município de São Paulo promove cortes. Enquanto a marcha em outras cidades é para diminuir o número de creches em situação de parcerias público-privadas, tornando-as cada vez mais públicas, a prefeitura de São Paulo prioriza milionárias verbas publicitárias e corta gastos na educação. É estranho cortar alimentação das crianças. O prefeito deve uma explicação”.A justifica apresentada pelo secretário de educação é a de que a mudança foi feita com o respaldo de nutricionistas e não haverá prejuízo nutricional para as crianças. Até janeiro deste ano as creches funcionavam por 12h e o intervalo entre as cinco refeições que eram oferecidas era de 2h40. Como o período de atendimento das creches foi reduzido para 10h diárias, a eliminação de uma das cinco refeições mudará para 2h50 o intervalo entre as refeições das crianças. A assessoria de imprensa da secretaria de educação afirmou que a manutenção da dieta equilibrada das crianças dependia da redução de uma refeição durante as 10h em que elas ficam nas creches, mas não soube explicar por que, então, tal medida não foi implementada juntamente com a redução do período de permanência das crianças nestes institutos (que ocorreu em janeiro).Sem café ou sem janta?Schneider disse que algumas unidades ficarão sem o café da manhã, e outras, sem o jantar. "Nas creches que funcionam das 7h às 17h haverá café da manhã, mas não terá jantar. E as que funcionam das 8h às 18h darão jantar, mas não darão café da manhã." Neste contexto, o caso mais dramático é o corte do jantar, afinal, segundo a nutricionista Pérola Ribeiro, crianças de famílias mais carentes teriam problemas, pois fariam lanche à tarde e só comeriam novamente no dia seguinte, na creche. Indagada a respeito de crianças nesta situação, a assessoria de imprensa da secretaria de educação disse que não há estatísticas quanto ao número de famílias que viveriam tal drama e lembrou que a responsabilidade sobre a criança é da família, o Estado apenas oferece um serviço complementar e que garante conteúdo educacional para estimular o desenvolvimento da criança.O corte de uma refeição pegou de surpresa os pais. No Centro de Educação Infantil Parque Novo Mundo, na Vila Maria (zona norte de SP), eles receberam um formulário com duas opções: escolher se o filho ficará sem café da manhã ou sem jantar. O papel não podia ser levado para casa e tinha de ser respondido no local. Conceição dos Santos Umbelino, 23, que tem uma filha de dois anos na creche, discorda do corte. "Não acredito que a prefeitura quer economizar com alimentação", disse. "Se elas vêm de longe, não dá para cortar o café da manhã das 7h30 e dar algo para comer só às 9h. É um intervalo muito grande para crianças que, muitas vezes, saíram de casa antes das 6h", afirma a professora de pediatria da Faculdade de Medicina do ABC, Denise de Oliveira Schoeps. "Isso poderia causar vários danos ao desenvolvimento físico", afirma. Além disso, diz ela, os cardápios precisam ser balanceados, para evitar ingestão de calorias em excesso. Creches conveniadas (PPPs)O corte não atinge creches conveniadas --mantidas por organizações sociais. Segundo a prefeitura, elas já vinham oferecendo às crianças o cardápio com quatro refeições. Cerca de 60 mil crianças terão uma refeição a menos. Elas ficam nas 360 creches diretas e 301 indiretas --cujo espaço é cedido pela prefeitura, mas a administração é feita por entidades filantrópicas. A cidade possui ainda 651 creches conveniadas. Ao todo, as creches atendem a 120.499 crianças. Kassab e Serra – uma relação profícuaOs comentários de leitores que acompanharam a notícia pela Folha Online também demonstram revolta com a medida e atribuem a decisão a uma política do DEM e do PSDB. Após falar sobre a relação do prefeito Gilberto Kassab com o governador José Serra, o leitor Alessandro Correia tascou: “Acho que ele [Serra] pretende terceirizar a União também, terminando de passar o Banco do Brasil, Petrobrás entre outros. Deveríamos ter esses políticos terceirizados, assim se não cumprissem com seu dever ou fossem pegos em algum escândalo poderíamos manda-los embora e contratar outro. Pensem nisso no plenário.”
E ainda querem a presidencia da republica...
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
domingo, 13 de setembro de 2009
CEEG E CONFERENCIA LIVRE DE EDUCAÇAO DA UPES

A União Paranaense dos Estudantes Secundaristas (UPES) convocou para dia 20/09 o seu Conselho Estadual de Entidades Gerais (CEEG), que reúne entidades municipais de todo estado. A atividade marcada para o nosso terreno terá suas resoluções de educação sendo encaminhadas de forma propositivas a CONAE – Conferência Nacional de Educação – que acontece em Abril de 2010 em Brasília.As UMES que foram credenciadas ao 12º Coneg da UBES, realizado no último final de semana no Rio de Janeiro-RJ, estão automaticamente pré-credenciadas para o CEEG da UPES, aqueles que quiserem participar, devem encaminhar sua inscrição para o seguinte endereço: upesparana@hotmail.com, até o dia 13/09 (domingo). As documentações que posteriormente deveram ser enviadas para a sede, são: ata de fundação e posse; comprovante de atividades; na ausência deste, uma cópia do estatuto para que se conte o prazo de um ano da gestão; além da ata que indica o (a) delegado (a) e seus três suplentes.OBS.: as entidades que foram ao Rio, só precisam enviar a ata de indicação;Então é isto, vamos todos nos mobilizar para este importante fórum do movimento estudantil paranaense que convocará o próximo Congresso da UPES.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Galera hoje é o grande dia
Depois de problemas na realização do nosso encontro de grêmios por diversas razões, dentre elas a Influenza A e a suspensão das aulas, HOJE AS 19 H NA UNICENTRO será realizado o Encontro de Grêmios da Comissão Pró-UGES.
Um grande momento para debate das propostas, aglomeração de ideias e ideais que a UGES terá em relação a intercâmbio e relação direta com todos os grêmios, estudantes e Escolas.
A Caravana da UGES que vai rodar escolas, a Mobilização para o congresso, e o agito nas ruas pelo Passe Estudantil
Vamos a Luta camaradas, que vamos vencer
Como diziam alguns falsos políticos, mas nós falamos na real,
JUNTOS SOMOS FORTES
E mais:
A UGES SOMOS NÓS, NOSSA FORÇA E NOSSA VOZ!!!!
Um grande momento para debate das propostas, aglomeração de ideias e ideais que a UGES terá em relação a intercâmbio e relação direta com todos os grêmios, estudantes e Escolas.
A Caravana da UGES que vai rodar escolas, a Mobilização para o congresso, e o agito nas ruas pelo Passe Estudantil
Vamos a Luta camaradas, que vamos vencer
Como diziam alguns falsos políticos, mas nós falamos na real,
JUNTOS SOMOS FORTES
E mais:
A UGES SOMOS NÓS, NOSSA FORÇA E NOSSA VOZ!!!!
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Olha só essa
Brasil
25 de Agosto de 2009 - 18h19
Marcio Pochmann defende jornada de 12 horas semanais
Enquanto nesta terça (25) pela manhã, na Câmara dos Deputados, trabalhadores e empresários não se coadunavam em torno da proposta de redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, o presidente do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicadas (Ipea), Marcio Pochmann, surpreendia uma pequena plateia de professores e estudantes no Campus da Universidade de Brasília (UnB) com a seguinte afirmação: “Não há mais razão para se trabalhar mais do que 12 horas por semana.”
O economista participou do seminário da Comissão UnB 50 anos de Brasília que debateu o tema “Como será o trabalho no século XXI?”. Ele, que prevê uma jornada de quatro e apenas três dias por semana, diz que as condições para isso já estão colocadas.Pochamann explicou que há o chamado excedente imaterial gerado pelo trabalho intelectual. “As pessoas não trabalham oito horas por dia, elas trabalham 24 horas, porque estão plugadas o tempo todo, gerando conhecimento que está sendo absorvido pelas empresas”, diz um trecho da palestra divulgada em matéria da Agência UnB.Com o contingente maior de pessoas produzindo num ambiente de trabalho onde o setor de serviço é hegemônico - no Brasil 70% dos postos de trabalho já estão no setor contra um índice de 90% no mundo -, a redução da jornada passa a ser uma realidade.O presidente do Ipea só alerta para o fato de que o trabalhador ainda não põe na sua conta o excedente imaterial, isto é, as horas em que permanece na empresa pensando como melhorar o serviço. Como isso ainda não é medido, a empresa se apropria.Segundo Pochamann, no campo educacional, a situação também terá que ser diferente. “A escola será para a vida toda, e vai ensinar para a vida, não para o trabalho (...) Temos que abandonar a escola utilitarista”, destacou Pochamann.Pensamento utópico Segundo a Agência UnB, Pochmann reconhece que essas propostas talvez representem um sonho utópico, que nunca se realizará. “Mas destaca que tudo isso são decisões políticas, que dependem da vontade da sociedade organizada para acontecer. E lembra que o Brasil, infelizmente, está no caminho contrário.”“Estamos cada vez mais ignorantes. De cada dez jovens com 18 a 24 anos de idade, apenas um está estudando”, diz Pochmann, criticando a ida cedo ao mercado de trabalho por causa da falta de condições da família em manter os jovens na escola.Pelos cálculos do economista, existem estudante com jornada de 16 horas, isso levando em conta as oito horas no emprego, quatro na faculdade e quatro para o deslocamento. “É uma jornada de trabalho igual a dos operários do século XIX. Como é que alguém vai ter tempo de ainda abrir um livro? Estudar e trabalhar não combina.”De Brasília,Iram Alfaia com informações da Agência UnB
25 de Agosto de 2009 - 18h19
Marcio Pochmann defende jornada de 12 horas semanais
Enquanto nesta terça (25) pela manhã, na Câmara dos Deputados, trabalhadores e empresários não se coadunavam em torno da proposta de redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, o presidente do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicadas (Ipea), Marcio Pochmann, surpreendia uma pequena plateia de professores e estudantes no Campus da Universidade de Brasília (UnB) com a seguinte afirmação: “Não há mais razão para se trabalhar mais do que 12 horas por semana.”
O economista participou do seminário da Comissão UnB 50 anos de Brasília que debateu o tema “Como será o trabalho no século XXI?”. Ele, que prevê uma jornada de quatro e apenas três dias por semana, diz que as condições para isso já estão colocadas.Pochamann explicou que há o chamado excedente imaterial gerado pelo trabalho intelectual. “As pessoas não trabalham oito horas por dia, elas trabalham 24 horas, porque estão plugadas o tempo todo, gerando conhecimento que está sendo absorvido pelas empresas”, diz um trecho da palestra divulgada em matéria da Agência UnB.Com o contingente maior de pessoas produzindo num ambiente de trabalho onde o setor de serviço é hegemônico - no Brasil 70% dos postos de trabalho já estão no setor contra um índice de 90% no mundo -, a redução da jornada passa a ser uma realidade.O presidente do Ipea só alerta para o fato de que o trabalhador ainda não põe na sua conta o excedente imaterial, isto é, as horas em que permanece na empresa pensando como melhorar o serviço. Como isso ainda não é medido, a empresa se apropria.Segundo Pochamann, no campo educacional, a situação também terá que ser diferente. “A escola será para a vida toda, e vai ensinar para a vida, não para o trabalho (...) Temos que abandonar a escola utilitarista”, destacou Pochamann.Pensamento utópico Segundo a Agência UnB, Pochmann reconhece que essas propostas talvez representem um sonho utópico, que nunca se realizará. “Mas destaca que tudo isso são decisões políticas, que dependem da vontade da sociedade organizada para acontecer. E lembra que o Brasil, infelizmente, está no caminho contrário.”“Estamos cada vez mais ignorantes. De cada dez jovens com 18 a 24 anos de idade, apenas um está estudando”, diz Pochmann, criticando a ida cedo ao mercado de trabalho por causa da falta de condições da família em manter os jovens na escola.Pelos cálculos do economista, existem estudante com jornada de 16 horas, isso levando em conta as oito horas no emprego, quatro na faculdade e quatro para o deslocamento. “É uma jornada de trabalho igual a dos operários do século XIX. Como é que alguém vai ter tempo de ainda abrir um livro? Estudar e trabalhar não combina.”De Brasília,Iram Alfaia com informações da Agência UnB
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
ENCONTRO DE GREMIOS QUINTA DIA 27 AS 19H
ENCONTRO DE GRÊMIOS
DIA 27 DE AGOSTO
19H CONCENTRAÇÃO EM FRENTE À UNICENTRO
19:30H REUNIÃO NO DCE
PAUTA:FUNDAÇÃO DA UGES
União Guarapuavana dos Estudantes Secundaristas
MAIS INFORMAÕES ACESSE:
WWW.SECUNDAGORPA.BLOGSPOT.COM
secundagorpa@hotmail.com
(42) 84012328
DIA 27 DE AGOSTO
19H CONCENTRAÇÃO EM FRENTE À UNICENTRO
19:30H REUNIÃO NO DCE
PAUTA:FUNDAÇÃO DA UGES
União Guarapuavana dos Estudantes Secundaristas
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secundagorpa@hotmail.com
(42) 84012328
Vem aí o CEEG/ Conferência Livre de Educação da UPES!
Postado no blog Acampamento da UPES
acesse vc também:
http://acampamentodaupes.blogspot.com/
Sexta-feira, 21 de Agosto de 2009
Vem aí o CEEG/ Conferência Livre de Educação da UPES!
A galera já começa a preparar as mochilas para vir ao terreno se somar aos militantes que já se encontram acampados no terreno da Marechal Mallet, já há duas semanas. Já teve quem saiu do interior e chegou nos primeiros dias, quando ainda o sol raiava deslumbrante, como hoje (21/08), foi o caso da galera da UTES (Toledo), de Foz do Iguaçu, Guarapuava, Paranaguá, Cascavel... Curitiba também teve representantes de Grêmios Estudantis (como do Col. Est. Paulo Leminski, Col. Est. Loureiro Fernandes), e da UMESC (União Municipal dos Estudantes Secundaristas de Curitiba), além da UMES de São José dos Pinhais, na pessoa do Presidente da entidade, e Vice-Presidente da UPES, Fábio Vieira Peixoto, e da rapaziada de Fazenda Rio Grande, que se fizeram presentes.Agora, a UPES convoca o Conselho Estadual de Entidades Gerais, com a data proposta para o dia 04 de Setembro, ainda faltando ser aprovada pela Dir. Executiva da entidade, o evento mobilizará lideranças de várias regiões do Paraná, e também fará parte do calendário de Conferências Livres de Educação, que tem suas resoluções sendo propositivas a CONAE (Conferência Nacional de Educação) que ocorrerá em Abril de 2010.Vamos lá, nos mobilizarmos para mais este importantes fórum da União Paranaense dos Estudantes Secundaristas.UPESDa Rua Marechal Mallet, 250.
acesse vc também:
http://acampamentodaupes.blogspot.com/
Sexta-feira, 21 de Agosto de 2009
Vem aí o CEEG/ Conferência Livre de Educação da UPES!
A galera já começa a preparar as mochilas para vir ao terreno se somar aos militantes que já se encontram acampados no terreno da Marechal Mallet, já há duas semanas. Já teve quem saiu do interior e chegou nos primeiros dias, quando ainda o sol raiava deslumbrante, como hoje (21/08), foi o caso da galera da UTES (Toledo), de Foz do Iguaçu, Guarapuava, Paranaguá, Cascavel... Curitiba também teve representantes de Grêmios Estudantis (como do Col. Est. Paulo Leminski, Col. Est. Loureiro Fernandes), e da UMESC (União Municipal dos Estudantes Secundaristas de Curitiba), além da UMES de São José dos Pinhais, na pessoa do Presidente da entidade, e Vice-Presidente da UPES, Fábio Vieira Peixoto, e da rapaziada de Fazenda Rio Grande, que se fizeram presentes.Agora, a UPES convoca o Conselho Estadual de Entidades Gerais, com a data proposta para o dia 04 de Setembro, ainda faltando ser aprovada pela Dir. Executiva da entidade, o evento mobilizará lideranças de várias regiões do Paraná, e também fará parte do calendário de Conferências Livres de Educação, que tem suas resoluções sendo propositivas a CONAE (Conferência Nacional de Educação) que ocorrerá em Abril de 2010.Vamos lá, nos mobilizarmos para mais este importantes fórum da União Paranaense dos Estudantes Secundaristas.UPESDa Rua Marechal Mallet, 250.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
FELIZ DIA DO ESTUDANTES
MAS NÓS ESTUDANTES DEVEMOS COMEMORAR NOSSO DIA???
Alguns podem dizer SIM
Realmente estudamos e merecemos ter um dia só nosso
Mas muitos respondem NÃO
E posso contar o Por Quê:
Alguns podem dizer SIM
Realmente estudamos e merecemos ter um dia só nosso
Mas muitos respondem NÃO
E posso contar o Por Quê:
- Não estamos tendo aulas por uma tentativa falha de prevenir-nos de um perigo que é inevitável pois continuamos circulando nas ruas, indo em cinemas e aglomerações diversas
- Não somos bem representados pela suposta entidade municipal denominada CAEG;
- O Passe livre foi esquecido e rejeitado pelo chefe do executivo municipal e muitos estudantes perdem o acesso as suas aulas;
- E a nossa entidade de representação estadual, a UPES teve sua sede demolida em um ato escuso em plena madrugada e onde estudantes foram vítimas de violencia
Reflita e tire suas conclusões, um abraço
Dionathan
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